Foto: Arquivo Repórter Parintins
Notícia do dia 16/03/2021
A administração do aeroporto Júlio Belém, em Parintins, tenta resolver uma situação frequente na maioria dos sítios aeroportuários do Brasil, o iminente perigo aviário para as aeronaves em trânsito pelo município.
O método utilizado é a queima de fogos para afugentar as aves, entre os quais quero-queros, urubus e gaviões. As ações são feitas nos dois extremos da pista.
No domingo, dia 14, por volta das 8 horas da manhã, havia um veículo no centro da pista e alguns funcionários soltavam fogos de artifícios. Na ação desenvolvida pelos bombeiros civis, um bando de aves deixava o espaço aéreo.
De acordo com o administrador do aeroporto Júlio Belém, Jean Jorge Rodrigues, essa prática de afugentar os pássaros com o barulho dos foguetes é adotada após a constante presença de pássaros no perímetro da pista de pouso e decolagem de aeronaves.
“Esse procedimento de soltar fogos, é um gerenciamento de risco de fauna que se faz na rotina da segurança operacional nos aeroportos, tanto com os foguetes ou com outros tipos de barulhos sonoros. Isso é intensificado principalmente durante inverno quando as aves ficam mais presentes na área urbana”, comentou Jean Jorge.
O gerenciamento de risco de fauna é uma das maneiras que o aeroporto utiliza para prevenir a presença de aves na pista.
“Nesse sentido, o risco da fauna perante as aeronaves que pousam e decolam do aeroporto de Parintins fica gerenciado e, o risco fica mínimo por conta dessa prevenção. É uma das maneiras que a gente usa para prevenir a situação da presença da fauna no aeroporto de Parintins”, completou o administrador.