Órgãos de saúde e justiça, poder público e bancos discutem ações de combate à Covid-19

Órgãos de saúde e justiça, poder público e bancos discutem ações de combate à Covid-19 Foto: Eldiney Alcântara Notícia do dia 12/02/2021

Por Eldiney Alcântara

 

Representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Saúde, Procuradoria de Parintins e agências bancárias reuniram-se nesta sexta-feira, 12, no Centro do Idoso, na tentativa de criar medidas de combate ao novo coronavírus em Parintins, em especial, nas agências bancárias.

 

O encontro se fez necessário após a Defensora Pública, Enale Coutinho, informar que o órgão recebeu inúmeras denúncias sobre as aglomerações nas agências bancárias e reclamações sobre a retirada das tendas em frente aos bancos. Ela questionou quais as soluções estão sendo tomadas para solucionar essas problemáticas.

 

Bancos e poder público procuram meios para evitar aglomerações e, ao mesmo tempo, atender bem a população parintinense. Segundo o procurador geral de Parintins, Rondinelle Farias, é preciso que as entidades unam força de trabalho e recursos financeiros para estabelecer medidas de segurança eficazes.

 

"As ações que vinham sendo adotadas por parte das agências e do município elas vão ser ratificadas por outras ações mais efetivas no contexto financeiro", disse.

 

Atendendo as orientações do Ministério Público e da Defensoria Pública, bancos e administração pública irão elaborar ações para solucionar os problemas identificados. O representante da Caixa Econômica Federal, o bancário Rozinaldo Carneiro, acredita que é preciso criar meios para atender os clientes e manter os cuidados sanitários.

 

"A Caixa entende que há necessidade desse controle da população em relação ao distanciamento, ao uso do álcool em gel e dessas situações que podem proteger a população nesse momento dessa pandemia é crucial. A gente entende também que a Caixa tem feito um trabalho social no sentido de ajudar a população com esse auxílio emergencial, que está tirando as famílias de uma situação difícil", destacou Rozinaldo.

 

Uma das maiores preocupações do Ministério Público e da Defensoria é o retorno do auxílio emergencial do governo federal. O pagamento atrai uma multidão para as agências bancárias, causando aglomerações e, consequentemente, cria ambiente propício para a propagação da Covid-19. Tanto poder público quanto as agências bancárias comprometeram-se em criar meios para atender a população. Assim, as tendas devem retornar para a frente dos bancos, porém em outras posições. Bem como medidas para evitar maiores aglomerações de pessoas nas filas.

 

Foto: Eldiney Alcântara

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