Chefe do cartório de Parintins pede confiança nos trabalhos da justiça eleitoral

Os trabalhos no cartório da 4ª Zona Eleitoral de Parintins seguem a todo vapor para garantir uma votação segura e tranquila no próximo dia 02 de outubro

Chefe do cartório de Parintins pede confiança nos trabalhos da justiça eleitoral Foto: Divulgação Notícia do dia 15/09/2022

Mais de mil pessoas, entre mesários da zona rural e urbana, técnicos de urna, motoristas, auxiliares, policiais militares e uma tropa do exército, estão sendo mobilizadas para realização do pleito no município.

 

O chefe do cartório, Antônio Mariano, pede à população que respeite e confie nos trabalhos da justiça eleitoral. “Momento importante e é por isso que nós brigamos por ele é por isso que nós pedimos respeito por ele, confiança da população parintinense no processo eleitoral, aqui nós não estamos brincado nós levamos muito a sério nossos serviços em respeito ao Brasil”.  

 

De acordo com Mariano, quem tentar atrapalhar e desrespeitar os trabalhos da justiça eleitoral sofrerá as consequências punitivas da lei. 

 

“Quem fizer ao contrário receberá as penas da lei. É o que nós confiamos no processo, o Brasil é nosso, todo poder emana do povo e a gente vai confiar nesse processo que já vem de muitos anos. É uma conquista que se teve a duras penas e nós não vamos permitir de maneira alguma que todo esse processo seja levado por água abaixo, por alguém, que não deseja que a democracia sobreviva”, disse.

 

Mais de 156 milhões de brasileiros e brasileiras voltarão às suas seções eleitorais para escolher o presidente, governador, senadores, deputados estaduais e federais. 

 

O estado do Amazonas conta com 2.647.746 eleitores aptos a votarem. Deste, 2,7% corresponde ao eleitorado parintinense, isto é, com 72.964 eleitores, o município é o segundo maior colégio eleitoral. Em primeiro lugar está a capital, Manaus, com 1.415.957 eleitores (53,47%). Em terceiro lugar está a cidade de Manacapuru com 72.802 (2,75%). 

 

No sistema majoritário serão escolhidos 27 governadores, 27 senadores e um presidente da República. Por esse sistema, vence a candidata ou candidato que receber mais votos na eleição. Se nenhum dos candidatos atingir mais de 50% dos votos válidos, os dois mais votados na primeira etapa disputam o segundo turno das eleições.

 

Já pelo sistema proporcional serão eleitos 513 deputados federais para a Câmara dos Deputados e os milhares de deputados estaduais e distritais das 26 Assembleias Legislativas dos Estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

 

No caso do sistema proporcional, para se chegar ao resultado final da eleição, é preciso aplicar o quociente eleitoral e o quociente partidário. O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os brancos e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Apenas partidos isolados que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.

 

Em outras palavras, para conhecer os deputados e vereadores que vão compor o Poder Legislativo, é necessário saber, primeiramente, quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação que obteve um número mínimo de votos, verificar quais foram as candidatas e candidatos mais votados. Esse é um dos motivos de se atribuir, nas eleições proporcionais, o mandato ao partido, e não a quem foi eleito.

 

Por João Carlos Moraes

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