Foto: Reprodução Internet
Notícia do dia 23/09/2020
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em discurso na abertura da 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), disse que as queimadas que acontecem no Brasil se dariam por condições naturais inevitáveis ou pela atuação de índios e caboclos, e que os incêndios criminosos seriam "combatidos com rigor e determinação". Ele declarou ainda que as riquezas da Amazônia despertam interesses estrangeiros e escusos.
O presidente brasileiro em vídeo gravado, de menos de 15 minutos, defendeu as políticas de seu governo diante da pandemia de coronavírus e das queimadas que devastam a Amazônia e o Pantanal.
De acordo com a Folha de São Paulo, Bolsonaro reprisou a tese de que é vítima de campanha de desinformação.
Ele afirmou que, desde o início da crise, tanto o vírus quanto o desemprego "precisavam ser tratados igualmente" e acusou parcela da imprensa de disseminar o pânico em relação à doença.
O presidente elencou medidas de sua gestão, como o auxílio emergencial, e jogou a responsabilidade do isolamento social aos governadores para se eximir de seus efeitos.
Números do coronavírus
De acordo com o consórcio de veículos de comunicação, entre eles o G1, a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, o Brasil tem 138.174 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quarta-feira (23).
Desde o balanço das 20h de terça-feira (22), 2 estados atualizaram seus dados: GO e RR.
Veja os números consolidados:
138.174 mortes confirmadas
4.595.960 casos confirmados
Na terça-feira, às 20h, o balanço indicou: 138.159 mortes, 809 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 707 óbitos, uma variação de 4% em relação aos dados registrados em 14 dias.