Amazonino lidera corrida à Prefeitura de Manaus com 30,2%; David Almeida tem 20,2%; Zé Ricardo 13,8% e Nicolau 13,6%

Amazonino lidera corrida à Prefeitura de Manaus com 30,2%; David Almeida tem 20,2%; Zé Ricardo 13,8% e Nicolau 13,6% Foto: Montagem Repórter Parintins Notícia do dia 13/11/2020

Na reta final do 1º Turno da eleição para prefeito de Manaus, Amazonino Mendes permanece em primeiro lugar em votos válidos, mas perdeu 1,8% em relação à pesquisa divulgada no último dia 10, e aparece agora com 30,2%. As informações são da Perspectiva Mercado e Opinião.

 

Com 20,2%, David Almeida segue na perseguição ao ex-governador e diminui a distância, que antes era de 13,2%, para 10 pontos percentuais. Nesta análise de momento, o candidato do Avante deixa o bloco do empate técnico com Zé Ricardo e Ricardo Nicolau, e abre uma vantagem de 6,4% para o petista e 6,6% para o pessedista, ou seja, fora da margem de erro de 3,1%, para mais ou para menos.

 

O Homem da Kombi (13,8%) ultrapassou Nicolau (13,6%) e está na terceira colocação. Quem também ganhou uma posição foi Coronel Menezes, que teve o maior crescimento proporcional, subindo de 6,0% para 7,6%, e atingiu o quinto lugar, na frente do agora sexto colocado, Capitão Alberto Neto (7,5%).

 

O ex-ministro Alfredo Nascimento continua em sétimo, com 4,0% (-0,6%), seguido por Romero Reis, com 1,7% (-0,2%); Chico Preto, com 1,0% (-0,5%); Marcelo Amil, com 0,3% (-0,3%), e Gilberto Vasconcelos, com 0,1%.

 

A 48 horas do dia 15 de novembro, ainda não é possível se cravar que serão Amazonino Mendes e David Almeida os adversários no dia 29, levando-se em consideração que, na história eleitoral da capital amazonense, a reta final pode apresentar migrações de votos que alterariam esse resultado.

 

INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS

A pesquisa foi executada com recursos próprios da Perspectiva e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AM-03597/2020, com 1.000 entrevistas na cidade de Manaus, realizadas entre 10 e 12 de novembro de 2020.

 

A margem de erro é de 3,1%, para mais ou para menos, com grau de confiabilidade de 95%, o que significa dizer que se fossem feitas 100 entrevistas com a mesma metodologia, 95 estariam dentro da margem de erro prevista.

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