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Notícia do dia 25/06/2026
O Festival de Parintins já não pode ser medido apenas pela grandiosidade do espetáculo apresentado no Bumbódromo. Com um movimento de mais de R$ 623 milhões na economia, nos últimos sete anos, 527 mil turistas e mais de 30 mil empregos gerados somente em 2025, o evento consolidou-se como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico do interior do Amazonas.
Esse resultado é fruto de uma política de investimentos iniciada em 2019 pelo ex-governador e presidente estadual do União Brasil, Wilson Lima, e ampliada pelo governador Roberto Cidade, que associou cultura, turismo, infraestrutura, sustentabilidade e qualificação profissional para transformar a força do festival em geração de renda, fortalecimento de pequenos negócios, atração de investimentos e melhorias permanentes na qualidade de vida da população.
Dados da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) mostram que, desde o início dessa política, mais de R$ 100 milhões foram destinados pelo Governo do Amazonas ao fortalecimento do festival. Os recursos contribuíram para ampliar a estrutura de recepção aos visitantes, fortalecer a cadeia produtiva dos bois-bumbás e impulsionar atividades ligadas ao turismo, ao comércio e aos serviços. Como resultado, Parintins consolidou-se como um dos principais destinos turísticos da Região Norte.
“O Festival de Parintins é hoje um símbolo da força cultural do nosso povo e da capacidade do Amazonas de transformar tradição em oportunidade. Quando investimos em cultura, estamos gerando emprego, fortalecendo a economia e promovendo desenvolvimento sustentável. Esses resultados mostram que é possível valorizar nossas raízes, ao mesmo tempo em que construímos um futuro mais próspero para a população”, afirma Wilson Lima.
Os investimentos iniciados em sua gestão seguem como prioridade no governo Roberto Cidade, também do União Brasil. A continuidade das ações reflete o entendimento de que o festival se tornou um ativo estratégico para a economia amazonense, capaz de gerar oportunidades permanentes em diversos setores.
“É um ativo fundamental para o desenvolvimento do Amazonas. Nosso compromisso é ampliar essas ações, fortalecendo ainda mais o turismo, gerando oportunidades e garantindo que o festival continue crescendo de forma sustentável, beneficiando diretamente a população de Parintins”, destaca Roberto Cidade.
Parte importante dessa transformação está fora da arena do Bumbódromo. O crescimento do festival passou a ser acompanhado por uma série de investimentos que vêm modificando a realidade urbana do município. Obras de saneamento básico, habitação, mobilidade, urbanização e recuperação ambiental integram o Programa de Saneamento Integrado (Prosai) de Parintins, considerado o maior investimento em infraestrutura já realizado no interior do estado, com recursos da ordem de US$ 100 milhões, o equivalente a mais de R$ 560 milhões.
As ações são executadas pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). Ex-secretário dos dois órgãos até março deste ano, o engenheiro civil e segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Marcellus Campêlo, participou da estruturação das obras que hoje sustentam o crescimento urbano de Parintins e foi um dos principais articuladores das iniciativas que conectaram desenvolvimento urbano, sustentabilidade e inclusão social.
“O Prosai e os demais investimentos estruturais traduzem o compromisso do Governo do Estado com um desenvolvimento que respeita as pessoas e a cultura. São obras que transformam a cidade e geram dignidade para quem vive em Parintins. Dessa forma, estamos construindo pontes entre tradição e desenvolvimento, entre cultura e dignidade”, afirmou Campêlo.
OPORTUNIDADES E RENDA
A estratégia de desenvolvimento também incorporou a sustentabilidade como eixo econômico. Criado em 2019, o projeto Recicla, Galera tornou-se referência nacional em gestão de resíduos durante grandes eventos. Mais de 27 toneladas de materiais recicláveis já foram destinadas corretamente, gerando renda para catadores e fortalecendo a economia circular.
Ao longo dos anos, o projeto garantiu mais de R$ 82 mil em renda direta aos trabalhadores da reciclagem e movimentou mais de R$ 310 mil em contratações locais. A iniciativa demonstra como as políticas ambientais passaram a integrar a estratégia de desenvolvimento econômico associada ao festival.
Outro efeito direto dos investimentos aparece na qualificação da mão de obra. Por meio de ações coordenadas pela Amazonastur, pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e pelo Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), trabalhadores da rede hoteleira, bares, restaurantes, transporte e serviços turísticos recebem capacitação profissional para atender à demanda crescente de visitantes.
O objetivo é fazer com que a renda gerada pelo festival permaneça na cidade e alcance o maior número possível de famílias. “A verdade é que Parintins passou a reunir, em torno de uma manifestação cultural centenária, uma ampla cadeia econômica formada por turismo, comércio, serviços, construção civil, sustentabilidade e economia criativa”, resume Wilson Lima.