“É inadmissível representar o Amazonas sem conhecer a Zona Franca”, diz Wilson Lima, que fez redução histórica de impostos no Amazonas

Em reunião com representantes do comércio e de outros setores produtivos, candidato ao Senado se comprometeu a continuar dialogando com as entidades e ouvindo quem gera emprego e movimenta a economia

“É inadmissível representar o Amazonas sem conhecer a Zona Franca”, diz Wilson Lima, que fez redução histórica de impostos no Amazonas Foto: Divulgação Notícia do dia 20/08/2026

O candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) afirmou, nesta quinta-feira (20/08), que o Amazonas precisa eleger representantes que conheçam profundamente a Zona Franca de Manaus e estejam preparados para defendê-la no Congresso Nacional. Durante reunião com entidades do setor produtivo, ele também apresentou os avanços econômicos alcançados durante sua gestão e destacou a maior redução de impostos da história do estado.

 

“É inadmissível que alguém possa dizer publicamente que não entende nada sobre a Zona Franca de Manaus, que é a principal atividade econômica do Amazonas, impulsiona o comércio, é a maior arrecadadora de impostos e a maior empregadora do estado. Se a gente perde a indústria, o comércio também acaba sendo prejudicado, assim como todas as outras atividades econômicas”, afirmou Wilson.

 

No Senado, Wilson se comprometeu a continuar próximo das entidades representativas, defendendo os incentivos e a competitividade da Zona Franca durante a implantação da reforma tributária. Também pretende buscar investimentos para portos, hidrovias, aeroportos, Distrito Industrial e soluções logísticas que garantam o transporte de cargas durante os períodos de seca.

 

“Essa decisão precisa ser tomada na direção de gente que conhece, de gente experimentada e que tem a casca grossa. O Amazonas vive um momento promissor e tem um potencial muito grande. Temos desafios que precisam ser superados, mas estou muito otimista e acredito que podemos avançar cada vez mais”, concluiu.

 

O encontro reuniu aproximadamente 70 lojistas, comerciantes, empreendedores e representantes de entidades ligadas ao comércio, à indústria, ao mercado imobiliário, à construção civil, à contabilidade, ao setor supermercadista e a outros segmentos. A conversa foi conduzida pelo presidente da CDL Manaus, Ralph Assayag, e contou com a participação do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas (FCDL-AM), Ezra Benzion.

 

Também participaram da reunião o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Hélio Alexandre; o vice-presidente da Associação Amazonense de Supermercados (Amase), Jonas Barbosa; e o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas e Roraima (Corecon-AM/RR), Marcio Paixão Ribeiro.

 

Wilson apresentou aos participantes os principais avanços realizados para melhorar o ambiente de negócios, ampliar o acesso ao crédito e reduzir impostos. Entre as medidas, destacou a redução de 50% do IPVA, o Refis com descontos de até 95% em multas e juros e a redução do ICMS para bares, restaurantes, medicamentos, serviços de comunicação e combustíveis da aviação.

 

Também lembrou que, durante a seca, o Governo parcelou o pagamento do ICMS para cerca de 26 mil contribuintes, dando mais fôlego ao comércio para manter os estoques, evitar o desabastecimento e proteger os empregos. Apesar da pandemia, das secas severas e das dificuldades logísticas, o Amazonas manteve o crescimento da economia e do emprego. Wilson citou o faturamento recorde de R$ 227,6 bilhões alcançado pela Zona Franca em 2025 e os 1.793 projetos aprovados pelo Codam desde 2019. 

 

Wilson ressaltou que a construção dessas medidas foi resultado do diálogo permanente com quem produz, emprega e movimenta a economia. Segundo ele, uma das principais lições que aprendeu enquanto esteve à frente do Governo do Amazonas foi que a comunicação não se resume a falar, mas exige, sobretudo, saber ouvir.

 

“Mesmo sendo formado em comunicação e jornalista de formação, foi nesse período que aprendi a maior lição da comunicação: não é falar, é ouvir. Nada é mais importante em um momento de crise do que o diálogo. Essa conversa com os setores produtivos, principalmente com o comércio, foi fundamental para que a gente pudesse avançar e superar momentos difíceis”, disse.

 

O presidente da CDL Manaus, Ralph Assayag, afirmou que Wilson manteve um canal direto com as entidades empresariais, especialmente nos momentos mais difíceis da pandemia. Segundo ele, as decisões que afetavam o funcionamento do comércio eram debatidas com os representantes do setor.

 

“Todas as vezes em que era necessário fazer um decreto, a gente conversava e desenhava em conjunto. Muitas atividades, como supermercados, lojas de material de construção e outros estabelecimentos, foram liberadas porque ele tinha essa convicção. Foram momentos duros e difíceis, mas poucas pessoas tiveram a tranquilidade que ele teve”, declarou Ralph.

 

O presidente da FCDL-AM, Ezra Benzion, também lembrou que essa capacidade de escuta foi decisiva durante a pandemia, quando empresários e trabalhadores enfrentaram um dos períodos mais difíceis para a atividade econômica.

 

“Ele escutava as pessoas que estavam no dia a dia, os empresários, os comerciantes e as pessoas que precisavam abrir seus negócios. Teve a sensibilidade de encontrar, dentro do que era possível, uma forma para que as empresas conseguissem funcionar. O Amazonas teve feridas, mas o , comércio conseguiu atravessar esse período”, afirmou Ezra.

comércio conseguiu atravessar esse período”, afirmou Ezra.

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