Serafim Corrêa denuncia ligações da Amazonas Energia em conjunto habitacional invadido em Parintins

Serafim Corrêa denuncia ligações da Amazonas Energia em conjunto habitacional invadido em Parintins Foto: Anderson Tahan/Divulgação Notícia do dia 02/10/2020

O Serafim Corrêa (PSB) denunciou, na quinta-feira, 1º, ligações realizadas pela empresa Amazonas Energia em um conjunto habitacional invadido em Parintins, a 369 quilômetros em linha reta da capital. As informações são da Assessoria de Comunicação.

 

“A Amazonas Energia presta um serviço que não é bom. Está agredindo os consumidores. Está desrespeitando os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Não é possível que ela continue impune com essa sua postura”, disse.

 

Segundo o deputado, a Caixa Econômica Federal (CEF) financiou uma obra habitacional pelo programa Minha Casa, Minha Vida, e por desentendimento entre o banco e a construtora responsável, a obra foi paralisada.

 

“Trago uma denúncia que está acontecendo em Parintins. A Caixa financiou um conjunto. No meio da obra, houve problemas contratuais entre a Caixa e a construtora, que eu não sei precisar com detalhes. O fato é que a obra foi abandonada. Pessoas inescrupulosas estimularam a invasão, embora tivessem compradores cadastrados na Caixa Econômica”, explicou.

 

O resultado é que esse conjunto, segundo a denúncia, está sendo ocupado irregularmente há algum tempo. “E o pior, a Amazonas Energia, em Parintins, está fazendo ligações em um conjunto que pertence à Caixa Econômica sem que o banco permita. Isso é um absurdo”, denunciou.

 

Para Serafim, a concessionária precisa ser penalizada pela maneira como vem conduzindo esse tipo de situação.

 

“O administrador da Amazonas Energia, em Parintins, disse que vai ligar e quer saber se tem um juiz macho que vai mandar ele fazer o contrário. Uma afronta da Amazonas Energia ao poder Judiciário, Legislativo e Executivo. E a certeza que ela não vai ficar impune por todas essas agressões que vem cometendo em todo o Estado. Fico na expectativa de que a mão pesada do Estado caia sobre a Amazonas Energia”, concluiu.

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