Foto: Divulgação/IBAMA-AM
Notícia do dia 17/03/2024
Em reunião, no dia 15 de março, na sede do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), debateu-se formas de desenvolver o mercado e a produção do pirarucu.
O deputado federal Sidney Leite propôs que o CBA realize pesquisas e desenvolva tecnologias para o maior aproveitamento de parte do peixe que hoje são desprezadas, bem como formas de armazenamento com maior tempo e menor perda de qualidade.
O Ibama defendeu a ampliação das áreas de manejo do pirarucu para localidades onde ainda não se executa como forma de ampliar a conservação da natureza e o desenvolvimento econômico sustentável do estado do Amazonas.
O superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, defende ainda a criação de infraestrutura para o fortalecimento das bases produtivas e o beneficiamento para agregação de valor.
Já o superintendente da Pesca e Aquicultura (MPA), Raimundo Costa, acredita que tais melhorias serão de grande impotência para os pescadores devido à garantia legais trabalhistas e de valoração do trabalho com segurança e saúde.
O encontro visa ainda ampliar as ações de atividades produtivas não-degradadoras do meio ambiente e da floresta amazônica tendo a Conferência do Clima sobre Mudanças Climáticas (COP 30), marcada para os dias 10 e 21 de novembro de 2025, como horizonte.
O grupo quer propor ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o financiamento das diversas etapas da cadeia produtiva do pirarucu.
"Acreditamos que o pirarucu será um eixo de desenvolvimento do Amazonas. Precisamos colocar o nosso estado e a Amazônia na direção do desenvolvimento econômico com base em atividades sustentáveis', afirmou o superintendente do Ibama, Joel Araújo.
Fonte: IBAMA-AM.