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Notícia do dia 21/02/2021
Desde o início da pandemia, a curva do coronavírus no mundo não parava de subir. Com alguns pequenos altos e baixos, os novos casos diários de abril do ano passado aumentaram em comparação com os de março de 2020.
Os índices do contágio registrados no verão europeu superaram os da primavera e o inverno bateu todos os recordes. Mas a direção da curva mudou. Pela primeira vez desde o surgimento da Covid-19, caminha para seis semanas consecutivas de declínio de novos casos e três de mortes, o que não pode mais ser considerado um artifício estatístico: trata-se de uma tendência clara.
De acordo com publicação do El País, a má notícia é que, como vimos com as curvas de cada país, as quedas não são definitivas. Até esta última onda, falando do vírus, tudo o que desce acaba subindo. E isso, na opinião dos especialistas consultados, é o que provavelmente acontecerá com o mundo depois do declínio do que, somando todos os dados globais, poderia parecer uma única onda enorme de lento avanço que agora recua rapidamente.
No Brasil, a oscilação tem sido para cima. Há um mês, o país registra uma média de mortes superior aos 1.000 casos diários, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa formado pelo G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha de São Paulo e OUL.
Especialistas atribuem mudança às medidas de combate da Covid-19 e à sazonalidade.