Brasil não pode mais viver com fome e desemprego, diz ministro

Noticia Atualizada em 07/12/2017
Brasil não pode mais viver com fome e desemprego, diz ministro
Foto: Divulgação

O Brasil não pode mais conviver com a situação de desemprego que deixa muitas crianças com fome. A afirmação foi feita pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ao explicar as mudanças implantadas pela modernização da legislação trabalhista a empresários e estudantes, durante palestra na Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi), em Teresina, nesta quarta-feira  (6). Segundo o ministro, a reforma era necessária para mudar a realidade social dos brasileiros. “Não é possível continuar convivendo com tanta pobreza”, afirmou.

 

Ronaldo Nogueira lembrou que o Brasil é um país de grande potencialidades e riquezas e que precisa de geração de empregos para que não haja esse contraste entre as riquezas e potencialidades naturais e a situação de pobreza e desemprego verificada nos últimos anos. Segundo ele, a modernização da lei trabalhista atende a essa necessidade,  à medida que traz segurança jurídica, garantindo e consolidando direitos e gerando empregos. “Não podemos ficar sem dar atenção a esses brasileiros que não usufruem do essencial para a dignidade humana, que são um endereço para morar e um para trabalhar”, disse.

 

Ele destacou que a modernização traz o Brasil para a realidade do século 21, pois “não podemos mais usar soluções do século 18”, referindo-se a protestos com quebra de máquinas e outras manifestações violentas daquela época. “Temos que fazer as reformas necessárias para que o Brasil de amanhã seja diferente do Brasil de hoje”, salientou.

 

Ronaldo Nogueira destacou que a modernização já está produzindo efeitos na geração de empregos, com abertura de 30 mil vagas por mês,  em média, desde abril deste ano. A expectativa é de que essa situação continue melhorando.

 

Ele explicou que os agentes do mercado de trabalho – capitalista, empreendedor, trabalhador e governo - precisam atuar como parceiros. Para os empreendedores, ele fez um apelo: “Continuem contratando. Não parem de contratar. Porque é o emprego que movimenta a economia e ajuda a tirar o país da crise e dá dignidade às pessoas”.

 

Assessoria de Imprensa do Ministério do Trabalho


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