Cursos para produtores rurais serão ofertados pela Sempa e Sindicato Patronal

Objetivo dos cursos é fomentar a produção rural inserindo práticas modernas que qualifiquem o homem do campo

Noticia Atualizada em 07/12/2017
Cursos para produtores rurais serão ofertados pela Sempa e Sindicato Patronal
Foto: Peta Cid | Assessoria Sempa Parintins

Mais de 150 cursos para qualificar produtores rurais e segmentos envolvidos no setor primário poderão ser disponibilizados para Parintins numa parceria que está sendo firmada entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Pecuária, Agricultura e Abastecimento, o Sindicato Patronal Rural e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Um encontro do prefeito Bi Garcia e do vice Tony Medeiros com o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço Falcão discutiu as ações com o objetivo de fomentar a produção rural inserindo práticas modernas que qualifiquem o homem do campo. 

 

O represente do Senar em Parintins, Werner Gama e o secretário da Sempa, Edy Albuquerque já estão trabalhando no levantamento que vai indicar a demanda de mão-de-obra que precisa de qualificação e os cursos que estarão entre as prioridades. De acordo com Werner, são cursos de mecânica de motor a diesel e a gasolina , derivados de leite,  derivados de frutas, bovinocultura, operador de motores agrícolas e muitos outros.

 

O secretário Edy Albuquerque lembra que algumas ações de distribuição de maquinários feitas pelo governo deixaram de atingir o seu objetivo porque os trabalhadores beneficiados não receberam o conhecimento técnico e o treinamento adequado para operar os equipamentos. Hoje há uma carência grande de operadores de máquinas, como trator agrícola, operador de motosserra, além de trabalhadores especializados em outras áreas do setor agropecuário. “Nossa meta é atingir algo em torno de 500 famílias de trabalhadores com treinamentos e capacitações que os cursos do Senar vão proporcionar e contribuir para alavancar o setor primário”, disse.

 

Uma das bandeiras defendidas pelo presidente da Faea,  Munir Falcão, é democratizar o acesso à tecnologia por meio dos cursos. Pela falta de acesso a essas informações, os produtores acabam praticando uma atividade de baixa tecnologia, baixa produtividade e com um imenso impacto ambiental, que também é uma das grandes preocupações das entidades envolvidas com o setor primário.

 

Peta Cid | Assessoria Sempa Parintins


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