?Contamos apoio dos órgãos competentes e de direitos humanos. Tudo transcorreu normalmente na mais absolta tranquilidade e, como é de praxe, encontramos estoques. Essa é a nossa missão desde quando assumimos a direção da unidade no dia 1º de julho. Já tivemos bastante êxito ao longo de um mês na manutenção da ordem?, enfatizou o diretor, nomeado em julho.
Lotação
Com capacidade para 36 presos, o presídio de Parintins tem aproximadamente 200 presos distribuídos nos quatro regimes: provisórios, fechado, semiaberto e aberto. A maioria das prisões está relacionada ao tráfico de drogas, roubos, furtos e estupros. Os presos do regime semiaberto e aberto não dormem no presídio, apenas assinam frequência diariamente.
A gestão é da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus). Em agosto de 2011, o juiz da 3ª Vara da Comarca, Itamar Gonzaga, decretou a interdição por superlotação das celas, baseado em relatório do desembargador Sabino da Silva Marques, presidente do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
Na época, ultrapassava a casa dos 160 detentos e o juiz proibiu a entrada de novos internos. Na ação de interdição, o magistrado cobrava de imediato reforma das instalações e solicitava à Sejus construção de uma nova unidade para atender a demanda carcerária em Parintins. Três anos após a decisão, houve poucas mudanças da realidade do sistema carcerário.
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