Maníaco ataca meninas no Areal

Notícia do dia 12/05/2014 Duas adolescentes menores de 18 anos foram violentadas e abusadas sexualmente na região conhecida como Balneário do Areal, na Estrada Odovaldo Novo, por um homem desconhecido. As vítimas ficaram totalmente traumatizadas, após terem sido abordadas e estupradas pelo maníaco armado com um terçado, rosto coberto com camisa. Os casos aconteceram no início da semana passada entre segunda e quarta-feira.

As adolescentes registraram Boletim de Ocorrência na 3ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) e relataram detalhes sobre o caso para contribuir com as investigações na tentativa de descobrir-se a identidade do autor dos ataques. Por determinação da delegada Ana Denise Machado, as adolescentes foram medicadas para evitar gravidez indesejada e iniciaram tratamento psicológico.

As características físicas do suposto estuprador são mantidas em sigilo pela Polícia Civil para não atrapalhar o processo de investigação e conseguir êxito na prisão do criminoso. A delegada Ana Denise instaurou inquérito policial para apurar os dois casos. As duas vítimas descreveram, em depoimento, que provavelmente o estuprador é a mesma pessoa. Elas apontam um perfil idêntico, com vestimentas parecidas em ambos os crimes.

Armado com terçado, o maníaco abordava de surpresa as adolescentes vulneráveis em lazer no balneário Areal, depois de se esconder no meio do mato. O estuprador se aproveitava do descuido das vítimas e, com violência, arrastava pelo cabelo para o mato onde praticava os abusos sexuais. As adolescentes já fizeram exames para coleta do semêm do estuprador e a Polícia Civil vai encaminhar ao Instituto de Criminalística do Amazonas.

Com o material genético, a Polícia Civil pode fazer o cruzamento de dados com um suspeito detido na quinta-feira, 08, para tentar identificar autoria. O laudo com o resultado da análise dos materiais biológicos deve sair em 30 dias, mas as investigações avançam. De acordo com uma fonte sigilosa, tudo indica que seja um estuprador acostumado a cometer crime há bastante tempo, devido à sequência de espaço de tempo de um ataque para outro.

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