Cruz de Malta leva para Avenida o Paraíso Maia

Cruz de Malta leva para Avenida o Paraíso Maia Notícia do dia 05/02/2013

O bloco carnavalesco Cruz de Malta fundado em 01 de janeiro de 2001, pelo artista plástico Alfredo Coelho, com o objetivo de representar os torcedores do Clube de Regatas Vasco da Gama do Rio de Janeiro (Rj), residentes em Parintins, celebra a profecia maia do fim do mundo na avenida do samba, na 2ª. Feira de Carnaval, 12. A ideia é fazer uma viagem à Civilização Maia a fim de demonstrar a mais antiga das civilizações habitantes das florestas tropicais, da região da Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (México).

Além de ser um tema cheio de peculiaridades que podem ser exploradas na avenida, o presidente Álvaro, Rodrigues, 37, conta de sua pretensão de brincar aproveitando a popularidade da profecia que deixou todo mundo em polvoroso, por causa da previsão do fim do mundo previsto para 21 de dezembro de 2012.

O Cruz de Malta, segundo o presidente, vem pra avenida do samba com muitas surpresas e tem o objetivo de demonstrar toda a genialidade do povo Maia: “Os vascaínos se surpreenderão com os detalhes, o carro alegórico foi planejado para conquistar todos os presentes no Carnailha. Um dos elementos utilizado no carro é a pirâmide, pois lembra a arquitetura de grandes palácios, templos e pirâmides”, explica.

Álvaro afirma que a dificuldade do bloco vascaíno são as chuvas torrenciais típicas a esta época do ano, pois o carro alegórico está sendo confeccionado no Curral Lindolfo Monteverde, curral do Garantido localizado na Baixa do São José: “ Nosso maior problema são as chuvas, porque molha os fios e impossibilita os soldadores de trabalharem, por causa do risco da descarga elétrica. Esse problema é nosso e de todos os que estão ao relento”, expõe.

O presidente do Cruz de Malta se diz otimista e confiante na vitória, pois o carro e as fantasias obedecem ao cronograma traçado: “Já está na fase de revestimento e a maioria das fantasias já estão prontas ou em fase de acabamento”, conta.

No final da conversa com a reportagem, Álvaro diz, entre risos, que ainda sonha com um galpão coberto para a construção dos carros alegóricos do Carnailha no futuro.


Texto: Carly Anny Barros

Foto: Neudson Corrêa

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