O Caprichoso fecha segunda noite de maneira empolgante e passando confiança à sua nação. De dentro da alegoria da figura típica regional, que faz alusão aos pescadores e a seu protetor, São Pedro, surgiu a estreante Porta-Estandarte Rayssa Tupinambá, que utilizou de seu bailado e carisma para conquistar sua nação.
Em sua exaltação folclórica, o Touro Negro faz uma homenagem à sua história, utilizando, também, um discurso de preservação da floresta. Itens como Boi-Bumbá Evolução, Vaqueirada e Sinhazinha, esta última que surgiu em uma linda borboleta, levantaram o público presente no Bumbódromo.
Relembrando anos anteriores, a Cunhã-Poranga Maria Azedo surge na galera, em cima de um módulo alegórico, ao som da toada Turbilhão Azul. Enquanto Maria evolui, o item 19 do boi azul reverencia toda sua bravura, garra e beleza.
O Boi apresenta o Upuracê Tribal de uma ?Amazônia Quaternária?, recordando o ano de 1997, onde o boi utilizou este tema em uma de suas noites. Nesta coreografia, surge a Rainha do Folclore Brena Dianná, mostrando toda a desenvoltura que seu item exige.

O Ritual Indígena da noite retrata a passagem dos mortos na aldeia Bororo. O corpo do guerreiro, após dois meses de sua morte, tem sua caveira lavada, benzida e enfeitada. Os índios Bororo acreditam que, assim, o guerreiro poderá ter o descanso eterno. O Pajé Waldir Santana conduziu toda a celebração, que terminou com um grande festejo na Aldeia Bororo.